A Balsa do Rio Camaquã, que sempre foi um meio essencial de integração entre as comunidades de Pinheiro Machado, Santana da Boa Vista e municípios da região, como Candiota, está há três anos paralisada.
Esse impasse ocorre devido a problemas no acesso, em especial no lado de Santana da Boa Vista, que ainda carece de uma solução viável. Enquanto isso, a estrutura da balsa permanece fora da água, exposta às intempéries e apresentando preocupantes sinais de ferrugem e deterioração.
A falta de manutenção e o abandono da balsa não só interrompem uma conexão vital entre essas regiões, como também ameaçam a segurança e a integridade do equipamento. A situação atual representa um risco para a estrutura da balsa, que poderá demandar custos ainda maiores para sua recuperação caso não sejam tomadas providências imediatas.
Os impactos são significativos: sem a balsa, as pessoas enfrentam grandes dificuldades de deslocamento, afetando diretamente a economia local. Produtores rurais encontram obstáculos para escoar sua produção, trabalhadores têm maiores dificuldades de acesso aos locais de trabalho, e o acesso a serviços básicos de saúde e educação torna-se mais distante e oneroso.
Enquanto avançam as obras no lado de Santana da Boa Vista, é importante destacar que, no lado de Pinheiro Machado, ainda existem pendências que exigem solução imediata.
A balsa segue fora da água, necessitando de manutenção, e um bueiro danificado antes da chegada ao rio continua interrompendo a estrada, impedindo o pleno funcionamento da travessia.
Já encaminhamos requerimentos e pedidos formais à Prefeitura e reforçamos a necessidade de ação urgente da Secretaria de Obras, para que o esforço realizado de um lado do rio não fique incompleto.
A balsa só voltará a operar quando os dois lados fizerem a sua parte.
Seguimos firmes na defesa do direito de ir e vir da nossa população.
Lado de Santana da Boa vista
Lado de Pinheiro Machado

Nenhum comentário:
Postar um comentário